Artista moderno
Veja como eu trabalho e todo o processo de criação
A rotina de um repórter de cidade que trocou a máquina de escrever pela câmera: observar, flagrar e revelar o Rio — muitas vezes sem sair do banco do táxi.
Dentro do táxi
Boa parte das imagens nasce em trânsito. Do banco do táxi, entre um compromisso e outro, a cidade passa emoldurada pela janela — retrovisores, túneis, reflexos. É o posto de observação de quem passou a vida atravessando o Rio atrás de história.

Enxergando o mundo
O olho treinado em décadas de redação procura o flagrante: a cena que se lê de imediato, com humor, limpeza gráfica e uma história dentro — ou os elementos para que quem vê invente a sua.

E criando arte pela cidade
Da praia ao asfalto, o cronista continua fazendo o mesmo trajeto de sempre — só trocou a máquina de escrever pela câmera. Cada obra do acervo é uma crônica visual das calçadas e espaços públicos do Rio e do mundo.



